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quinta-feira, 3 de junho de 2010

À descoberta do legume (2)

Depois da dramatização da história - Eu nunca na vida comerei tomate – a próxima etapa estava destinada à actividade, À descoberta do legume.

O Sr. Tomate (no lado esquerdo da imagem) apresentou um cesto com legumes (reais) e foi aclamando à vez, o nome de cada criança. Esta iria ao ser encontro e seria vendada por um dos mediadores. Após isto, o Sr. Tomate daria um legume à criança e era proposto a esta, a descoberta ao centímetro do legume que estava a explorar, usando o tacto e o olfacto para desvendar. Quando a criança não descobria qual o legume que tinha na sua posse, daríamos a palavra às restantes crianças, para estas a auxiliarem.
As imagens ilustram a actividade:


- É um fruto, Diana.
- É uma banana.
- Será? Este fruto é redondinho, parece uma bola.
- Uma laranja!
- Certo! Muito bem, Diana.


- O que é Denise?
- É uma alface.
- Será? É parecido. Também é verde. Quem quer ajudar a Denise?
- É uma couve.
- Muito bem, Érica.


- O que é Nuno?
- Não sei!
- Pois, este é mais difícil. Alguém sabe? É uma courgette.


- O que é, Beatriz?
- É um limão!
- Muito bem.


Depois de descobertos alguns dos legumes (na sua maioria, os verdinhos foram desvendando) ainda realizámos o “passa o legume” para dissipar dúvidas que foram surgindo – O que é isto? Será uma batata ou um Kiwi? -. Foi importante, as crianças tocarem, sentirem, e também, cheirarem os legumes.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Eu nunca na vida comerei tomate (1)

A terceira sessão - dia 4 de Maio (terça-feira) – destinou-se à animação do livro infanto-juvenil…

Título: Eu nunca na vida comerei tomate
Autor: Lauren Child
Ilustrador: Lauren Child


Sinopse: Que se acuse quem sempre gostou de tomate (mas só vale se for mesmo desde criança). Não terão sido muitos os que se renderam logo às maravilhas daquele fruto (sim, não é um legume). Pois, com a pequena e difícil Lola acontece o mesmo. Não só com o tomate, mas com as ervilhas, as cenouras, os feijões e até com os douradinhos e o esparguete (que quase todas as crianças gostam). Quem vai acabar por zelar pela alimentação da menina será o seu imaginativo irmão Charlie, convencendo-a de que "as cenouras são gomas de laranja vindas de Júpiter"; que as ervilhas são "rebuçados de clorofila que caem do céu".


Área temática: Alimentação saudável (e outros que tais)
Após a animação do livro “A lagartinha muito comilona”, os pequenos leitores ao centímetro ainda permanecerem no panorama da alimentação saudável, mas com outra vertente. Depois da grande dor de barriga da lagartinha comilona (como resultado de ter ingerido tantos doces), era importante incentivar as crianças a adquirirem comportamentos saudáveis através da exploração de alimentos que algumas não gostam de comer, mas que faz bem à saúde e promovem o seu crescimento (ao centímetro). Para o efeito, o livro "Eu nunca na vida comerei tomate" assentava na perfeição.
A imaginação está ao serviço do Charlie (e de todos nós) em conotar, por exemplo, as ervilhas a algo que as crianças gostem com regularidade. O próximo miolo ilustra a mudança de opinião da Lola:


Algo diferente aconteceu e o livro se esqueceu. Ao invés de folhear cada página do livro, presenteámos as crianças com a dramatização, "A casa do Charlie e da Lola".

Narrador (e os alimentos): Hélder (1,77 centímetros)
Charlie: Andreia (1,58 centímetros)
Lola: Cristina (1,64 centímetros)
Sr.º Tomate: Ana Rita (1,54 centímetros)

O registo fotográfico evidencia o momento:





Registo de áudio:

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A lagartinha baralhada (2)

Após a história, a actividade de pós-leitura que as personagens ao centímetro elaboraram intitulava-se de, “A lagartinha baralhada”. Esta actividade centrou-se na distinção entre alimentos saudáveis e não saudáveis, através do preenchimento de uma “lagarta” de grandes dimensões.



Nesta lagartinha colorida, as crianças apenas poderiam colocar alimentos saudáveis. Dentro de um cesto, devidamente decorado, estavam alimentos saudáveis e não saudáveis. Os mediadores circulavam com este e cada criança iria retirando um alimento. Depois de o ter nas suas mãos, identificava-o e dizia se o alimento era ou não passível de se colocar na lagartinha.



Se era saudável, então sim. As crianças poderiam colar ao longo de toda a sua extensão. Ao contrário, colocariam o alimento de lado. A lagartinha apenas queria “comer” os alimentos saudáveis.

A lagartinha muito comilona (1)

A segunda sessão - dia 20 de Abril (terça-feira) – contemplou a animação do livro infanto-juvenil…

Título: A lagartinha muito comilona
Autor: Eric Carle
Ilustrador: Eric Carle


Sinopse: À luz da Lua, um pequenino ovo descansava numa folha. Num domingo de manhã o sol quente chegou e PLOC!..., de dentro do ovo saiu uma lagartinha magra e esfomeada.
A edição desta obra em português representa um marco no panorama editorial, uma vez que apresenta aos mais novos um dos clássicos contemporâneos, com o design inovador e as brilhantes ilustrações que têm o cunho inconfundível de Eric Carle.


Área temática: Alimentação saudável (e outros que tais)

Depois de dar o pontapé de saída com o livro infanto-juvenil "Quando a Stella era muito pequenina", onde estava presente a temática do crescimento, o próximo passo estava guardado para as principais questões do nosso projecto, a promoção de bons hábitos. E para iniciar esta sensibilização, nada melhor do que abordar a alimentação saudável. Um dos objectivos era "atingir" as crianças com esta questão da alimentação saudável, por forma a estas perceberam que para crescerem como a lagartinha, é necessário uma alimentação saudável, ao invés da ingestão de alimentos ricos em calorias, como as guloseimas. Como tiveram oportunidade de verificar, comer esse tipo de alimentos em demasia, provoca uma enorme dor de barriga (foi o que aconteceu à lagartinha muito comilona).
A imagem que se segue ilustra um dos miolos do livro, “A lagartinha muito comilona”.


A animação do livro esteve ao encargo da senhorita com 1,58 centímetros, Andreia Ferreira. Um pequeno excerto da história (áudio) e uma imagem, que evidenciam o momento: